O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se pronunciou sobre a decisão do Partido Liberal (PL) de suspender o salário de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A suspensão ocorre em decorrência da condenação que levou Bolsonaro à prisão, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por envolvimento em atos golpistas.

Flávio Bolsonaro utilizou suas redes sociais para defender o partido ao qual também é filiado. Em sua declaração, o senador ressaltou que o PL “abriu as portas para dar continuidade ao projeto de resgate do Brasil, com todo o suporte para Jair Bolsonaro”. Ele enfatizou que a suspensão do salário de Bolsonaro foi uma medida obrigatória, imposta pela lei, e não uma decisão do partido.

“Se ele está arbitrariamente impedido de trabalhar, a lei determina isso. Agora é hora de permanecermos unidos. Enquanto eu estiver vivo, nada faltará ao meu pai! Repito, é hora de ficarmos unidos!”, afirmou o senador em sua publicação.

O Partido Liberal também se manifestou sobre o caso, explicando que a suspensão das atividades partidárias e da remuneração de Bolsonaro é uma consequência da Lei 9.096/95, que regula as atividades partidárias no país. “Infelizmente, por decorrência da lei e em razão da suspensão dos direitos políticos do nosso presidente de honra, Jair Bolsonaro, as respectivas atividades partidárias de nosso líder estarão igualmente suspensas, inclusive a sua remuneração, enquanto perdurarem os efeitos do acórdão condenatório na AP 2668”, comunicou o partido.

Antes de ser preso pela Polícia Federal, em cumprimento a uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Jair Bolsonaro recebia um salário líquido de R$ 33.873,67 do PL, referente ao cargo de presidente de honra do partido. O salário bruto era de R$ 46.366,19 mensais. Bolsonaro ocupava essa posição desde março de 2023, após a derrota nas eleições presidenciais para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O convite para integrar o partido foi feito pelo próprio presidente da legenda, Valdemar Costa Neto.

Fonte: www.metropoles.com

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